Somos uma agência global que trabalha com projetos criativos e marcas inovadoras. Não acreditamos apenas em plataformas, mas acreditamos em pessoas e no poder do conhecimento social gerando valor a marcas e negócios. Chamamos esta ideia de pensamento social.

Acreditamos que conversas podem criar laços verdadeiros. Por isso, ajudamos as marcas a escutarem, entenderem e promoverem diálogos nos ambientes de social media.

Temos 10 sedes em 5 continentes e ajudamos marcas como:: Natura, Moët & Chandon, adidas, Kraft, HP.

Se quiser saber mais sobre a gente, ligue para +55 11 3032 7086 ou envie-nos um email.

Face, face meu

por Ana Luiza Vilela Marcondes em Notícias

No mês passado a gigante de fast fashion Top Shop ficou na saia justa ao se deparar com um simples comentário de Laura Berry, uma usuária da Inglaterra. “Caso vocês não saibam, o ano é 2015″, ela provocou. “Então como vocês me explicam o manequim ridiculamente magro de sua loja em Bristol? Nós somos de todos os tamanhos (…). Talvez esteja na hora de assumir a responsabilidade sobre a influência que vocês têm sobre jovens mulheres e garotas e ajudá-las a se sentirem bem sobre seus corpos em vez de impor estes padrões idiotas”. Em uma semana, o comentário teve mais de 4,6 mil compartilhamentos e tamanho apoio da comunidade que a marca viu-se forçada a trocar os manequins.

manequim

Isso foi só mais um exemplo de como as redes sociais estão mudando a nossa percepção sobre a diversidade de corpos. Como já disse em outro post, nas redes sociais expomos o melhor de nós ao mundo. E, sabendo disso, podemos ficar cada vez mais cínicos e blindados às peles de porcelana, curvas nos eixos e proporções impecáveis que nos são bombardeadas dia a dia nas redes. É o que permite também um maior destaque às modelos “curvy” ou “plus size”, como Barbara Ferreira, que chegam a desfiles de grandes marcas para mostrar que não há padrão de beleza ou de corpo ideal. A beleza é muito mais diversa e vai muito mais além da necessidade de ter pernas finas, barriga sequinha, cabelos esvoaçantes e nariz pequeno.

barbaraferreira

Muitas campanhas nas redes sociais reivindicam pelo fim dos tabus e padrões de imagens expostas. No Instagram, por exemplo, a censura a mamilos femininos ativou uma campanha com a hashtag #FreeTheNipple, contra a tendência de sexualizar o mamilo feminino. Muito polêmico (risos). O movimento começou porque fotos de mães amamentando eram banidas pelo Instagram , além de celebridades como Rihanna e Miley Cyrus terem suas fotos excluídas também. Um usuário que teve sua foto removida pelo Instagram resolveu publicá-la novamente, mas com uma pequena diferença: os mamilos femininos foram trocados por mamilos masculinos, acompanhados do seguinte aviso:

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Portanto, se você estiver descontente ou insatisfeito com algum padrão social de beleza, grite, tuíte, poste, crie hashtags e faça barulho nas redes sociais. É tempo de diversidade!

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We Are Social Mashup #196

por Renata Torres em Notícias

Google & Twitter amiguinhos
Os laços de amizade entre o Google e o Twitter estão se estreitando. A partir de agora, um usuário pode fazer uma pesquisa no Google – We Are Social Brasil Twitter, por exemplo – e um feed dos tweets do perfil pesquisado aparecerá no desktop. As novas Cards do Twitter também não tiveram mudanças, mas são uma boa maneira de ver os tweets mais recentes feitos por uma conta.

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Facebook rouba o tráfego
O Facebook acaba de roubar a liderança como fonte de notícias. Quem achou que o líder era o Twitter também errou; o Google era a fonte de notícias mais utilizada pelos usuários até pouco tempo atrás. Mais do que a pesquisa orgânica do Google, hoje em dia as referências – links que são compartilhados nas plataformas sociais – são cruciais quando o assunto é conversão de cliques. A Parse.ly, empresa focada em analytics, disse que seus últimos dados de tráfego mostram que o Facebook ultrapassou o Google em termos de tráfego para novos sites e buscas por notícias.

Gifs no Facebook!
Um pouquinho atrasado para a festa, mas ainda em tempo: o Facebook liberou o uso de gifs em ads e page posts. O Zuck dizia que gifs interrompiam a experiência do usuário e que poderia prejudicar o crescimento da plataforma; mas com a inserção de vídeos no Facebook e a liberação de posts de gifs para usuários eles perceberam que dá, sim, para ter uma boa experiência na plataforma – mesmo com uma imagem em movimento passando no feed de notícias. O Wendy’s e o Kuat foram as duas primeiras empresas em compartilhar gifs assim com os usuários e foi um sucesso; já podemos esperar ver mais gifs através de ads em nossos news feeds.

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Snapchat x Twitter x Facebook
Tanto o Twitter quanto o Snapchat já foram considerados ameaças para o Facebook; o que poucos sabem é que, na verdade, eles estão competindo entre si. As duas plataformas tem focado em vídeo (não vamos esquecer que o Periscope), e as duas precisam de um número alto de seguidores que compartilhem conteúdo para que seu tipo de mídia dê certo. A dúvida aqui é: qual das duas plataformas vai ganhar a próxima geração (e voltar a competir com o Facebook)?

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Alcance no Twitter
Tweets Promovidos e Vídeos Promovidos na plataforma agora tem um maior alcance e número de impressões entre os usuários de mobile. Agora, com apenas alguns cliques a mais o target pode aumentar para outros aplicativos, e os consumidores poderão interagir com um tweet fora do Twitter. Legal, né?

WhatsApp Web
O serviço continua expandindo, e os premiados da vez são os usuários de iPhone; a adição foi feita silenciosamente e ainda não está disponível para todos os usuários, mas os que testaram disseram que funciona. Para saber se o serviço está disponível, é só olhar no WhatsApp e ver se o serviço web já aparece para você.

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Olha só!
O LinkedIn acaba de lançar um novo aplicativo, totalmente independente de sua plataforma original, que permite que os usuários ajudem uns aos outros por meio de suas habilidades. O LinkedIn Lookup vai ajudar os usuários a encontrarem colegas de trabalho que tenham as habilidades que eles procuram; o app foi criado após o LinkedIn fazer uma pesquisa e descobrir que a maioria das pessoas olha na plataforma em vez de pesquisar internamente na empresa por colegas.

A parceria entre Kik e WeChat
O Kik anunciou na semana passada que a Tencent, dona do WeChat, investiu $50 milhões na empresa. De acordo com eles, o processo começou há muito tempo; e a simplicidade do WeChat (como compras via app, além das conversas) poderão ser transferidas para o Kik. De acordo com as empresas, alguém com certeza faria no Oeste o que o WeChat fez no Leste; eles só precisavam saber quem, e o Kik mostrou a iniciativa. Quem sabe não veremos eles competindo com o Facebook daqui um tempo?

Old Spice ataca novamente
A Old Spice é conhecida nos Estados Unidos por seus comerciais engraçados e irreverentes, e por que isso seria diferente em outras plataformas? Eles foram um dos primeiros a fazer ads no Imgur, plataforma muito frequentada pelos Millenials; gifs hilários aconteceram em seguida. Sucesso.

O Plano do Spotify
E é Plano com P-maiúsculo mesmo, já que desde o lançamento da Apple Music tem acontecido mudanças nas plataformas musicais. A novidade do Spotify, que permite gerar uma conversão maior de usuários para a plataforma, é o Fresh Finds – bandas que são ouvidas pelos usuários mais famosos da plataforma, e que você provavelmente nunca ouviu, mas com certeza vai ouvir em breve. Quem prevê quais são essas bandas? Uma máquina, por meio de cálculos relacionados aos usuários que ouviram as bandas. Parece que mainstream vai ganhar um novo significado.

Arte de Usar
A Melissa acaba de fazer uma parceria com o artista contemporâneo Sebastian Errazuriz após a criação de esculturas de arte que ele fez inspiradas em 12 namoradas que teve; a coleção se chama “12 Shoes for 12 Lovers”, será limitada e terá dois sapatos produzidos, que poderão ser adquiridos. Goldigger e The Boss foram os dois modelos selecionados e uma exibição interativa já está acontecendo na Galeria Melissa de Nova York.

 

#12ShoesFor12Lovers em parceria com o artista @sebastianstudio! ♥ #Melissa12for12 #ILOVEdYOU

A video posted by Melissa Oficial (@melissaoficial) on

 

 

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Suicide awareness em tempos de interwebs

por Juliana Cimeno em Notícias

Em algum momento da história recente criou-se a crença de que as coisas são menos definitivas quando acontecem na internet. Prega-se que tudo passa – do viral do Nissim Ourfali até o meme do Good Guy Greg (não o Grumpy Cat, aparentemente) – e perde a relevância em questão de dias, horas até.

Se estamos falando em criação de conteúdo para as marcas e real time publishing isso é verdade. Usamos nosso bom e velho senso crítico para avaliar o timing perfeito de notícias quentes, virais e datas comemorativas. Afinal de contas, de que vale publicar o melhor dos textos parabenizando o Designer Gráfico pelo seu dia, quando o dia já acabou?

Porém, talvez justamente pela armadura publicitária e comercial que as redes sociais adquiriram nos últimos anos, perde-se a noção de que o conteúdo criado e compartilhado afeta direta e indiretamente a vida das pessoas.

No Reino Unido, apenas em 2014 foram registrados cerca de 6 mil suicídios causados ou que envolviam de alguma forma a internet. E uma pesquisa feita em 2012 mostrava que quase 22 milhões de pessoas em idade escolar reportavam terem sofrido cyberbullying, sendo que 31% desse número sofria ataques diariamente.



Quando digo “bullying”, não me refiro apenas a mensagens desagradáveis e comentários cheios de ódio, mas a qualquer tipo de violência moral ou psicológica empregada via internet – inclusive, um caso muito conhecido é o Rehtaeh Parsons, uma adolescente de Nova Escócia que cometeu suicídio após ter as fotos de seu estupro divulgadas na internet, em 2012.

E enquanto casos como o dela não são nem novidade, nem raros, há também aqueles pequenos atos que todos nós, uma vez ou outra, ignoramos ou permitimos que nos irritem profundamente.

Quem é que já não entrou no Facebook e deu de cara com um post daquele colega de trabalho dizendo que está “se sentindo triste” ou com um comentário alarmante sobre o quão ruim a vida está?

No Tumblr isso é até mais comum, chegando até mesmo ser “normal“ a divulgação de fotos de automutilação e textos suicidas.

Iniciativas de awareness à prevenção do suicídio já existem em diversas línguas na internet, embora com baixa ou pouca visibilidade, como esse aplicativo. E até mesmo guias para quem deseja criar conteúdo para esse público ou centros online de ajuda estão disponíveis (vide Prevent Attempt).

Mas foi na última semana que o assunto veio para a luz, quando o Facebook lançou uma ferramenta em parceria com uma organização interdisciplinar da Universidade de Washington, a Forefront Innovation in Suicide Prevention. A ferramenta vai permitir que seus amigos “denunciem” seu conteúdo para a plataforma, que entrará em contato com você para dar sugestões – tais como conversar com amigos, procurar ajuda profissional ou mesmo usufruir dos serviços de prevenção online do instituto.

A ação pode ser considerada a terceirização do ombro amigo e incentivadora daquele comportamento tão criticado de viver a vida através das telas do celular/tablet/computador, mas se levarmos em consideração que pode ajudar a salvar vidas, por que não?

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We Are Social Mashup #195

por Carlos Unger em Notícias

Novidades nos eventos do Facebook
No WAS Mashup 182, eu comentei que, neste ano e nos anos seguintes, o Facebook iria trazer novidades relacionadas aos eventos criados na rede. E a primeira delas foi anunciada ontem. Agora, o canal vai tratar eventos públicos e privados de forma diferente.

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Nos eventos públicos, a header vai ser maior e o dono vai poder colocar mais informações sobre o local/encontro. Além disso, ambas as opções terão temas ilustrativos prontos. Serão 36 artes diferentes e bem divertidas que vão evitar que você tenha que recorrer ao Google Imagens para personalizar o seu convite.

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Um novo Facebook Notes
Se você curte compartilhar longas histórias no Facebook, certamente conhece as “notas” — espaço utilizado por quem costuma exceder os caracteres permitidos nos status. Porém, é um recurso um pouco esquecido e os desenvolvedores do canal perceberam isso! Por essa razão, a equipe está testando um novo modelo para o Facebook Notes. As mudanças vão atingir um grupo pequeno de usuários, mas são bem bacanas. No novo modelo será possível adicionar uma cover na nota, adicionar tags e fotos no corpo do texto.

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Facebook salvando vidas
Em todo o mundo existem pessoas compartilhando casos de suas vidas no Facebook. Desde selfies, fotos de viagens e ocasiões especiais até assuntos obscuros e depressivos. Pensando nisso, o canal firmou uma parceria com a organização Farefront: Innovations in Suicide Prevention. Juntas, as companhias vão tentar evitar que muitas pessoas tirem suas vidas. O esquema vai funcionar da seguinte forma: sempre que um amigo que está passando por uma fase difícil postar algo muito triste, você poderá notifica-lo e ele receberá um contato para ajuda-lo. Já ouviu aquele ditado “fazer o bem sem olhar a quem”? É tipo isso.

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Você pode enviar mais detalhes via DM?
Quem nunca recebeu uma reply assim no Twitter quando reclamou de algo publicamente e teve que enviar 290281309823 direct messages para contar uma história? Bom, isso não será mais necessário. Agora, o passarinho azul ativou seu lado mais falante e permite DM’s com mais que 140 caracteres. Pode reclamar, chorar as pitangas e contar todas as novidades do fim de semana (com todos os detalhes) prazamiga — tudo na mesma mensagem. 😉

Periscope comemora sucesso pelo mundo
Desde o mês de março, virou tendência usar aplicativos de livestreaming nas redes sociais. Meerkat e Periscope são alguns nomes que impulsionaram isso. E, no dia 2 de agosto, o Periscope comemorou um recorde na internet. A rede atingiu 10 milhões de visualizações em todo do mundo. Marcas, blogueiros e importantes eventos contribuíram para esse crescimento.
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E se você tivesse acesso a todos os tweets já publicados?
Essa é uma das novidades do Twitter para quem trabalha com marketing digital. Não é uma funcionalidade que está simplesmente disponível na rede e sim um API do canal. Pode até parecer desnecessário, já que as pessoas provavelmente mudaram (muito) ao longo dos nove anos da existência da rede, mas é bacana saber que a gente pode criar uma campanha levando em consideração a história de cada pessoa. Pensem nisso! 😉

“Vou xingar muito no twitter!”
Lembra desse meme? A Paris Filmes lembrou! Uma das coisas mais estranhas quando se fala em filmes são as traduções dos nomes reais para o nosso português. Muitas vezes eles não têm nada a ver. Um exemplo atual é o filme “American Ultra” que deveria se chamar “Armados e Alucinados” aqui no Brasil. Por que “deveria”? Porque os fãs da Kristen Stewart, atriz do filme, odiaram a ideia e reclamaram muito na rede.  

Depois de tudo isso, a produtora resolveu aceitar a voz do povo e mudou o nome do filme para “American Ultra: Armados e Alucinados”. Tá que a mudança não é tão grande, exceto pelo fato da equipe ter tomado a decisão minutos antes dos pôsteres e de toda a comunicação visual entrar em fase de produção.

Kim Kardashian retira post publicitário do Instagram
Há um tempo, Kim Kardashian disse que não fazia publicidade em seu perfil no Instagram para produtos que não tenham uma real autenticidade. Mas foi mais ou menos isso que ela fez recentemente com o remédio Diclegis — que evita enjoos matinais (para quem não sabe, ela está grávida de novo). Porém, em seu texto, ela sugere que o benefício seja maior do que o esperado. Por essa razão, a Food and Drug Administration (FDA) ordenou que o post fosse retirado.

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Você usa smartphone, mas seu pai prefere tablet
Recentemente, a Comscore Mobile Metrix divulgou os dados de usabilidade de redes sociais via mobile dos Estados Unidos. Os americanos mais velhos preferem acessar seus canais por meio do tablet ao invés do celular.  Enquanto os jovens conectam-se por meio dos smartphones.

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Doug – The Taylor Swift Pug
Já viu o instagram @itsdougthepug? É um pug super fofo e mega famoso na rede social. Ele é lindo e tem várias fotos criativas. Recentemente, rolou um ensaio dele com algumas fotos inspiradas nas imagens que a Taylor Swift posta. Quer conferir? Dá uma olhadinha no vídeo abaixo.

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Bem vindo a Era da Influência

por Jéssica Lima em Notícias

Vocês já devem ter lido vários artigos falando que o vídeo é o formato do momento, mas na minha visão existe muito mais que visualizações. Primeiro, vamos aos fatos: o YouTube é o segundo buscador mais acessado pelos usuários de internet, perdendo apenas para o Google, ou seja, as pessoas não querem mais ler, mas assistir aos resultados de buscas. E também temos a batalha de vídeos entre YouTube e Facebook que comentamos recentemente no nosso Mashup 194. As plataformas sociais estão debatendo em torno da métrica mais eficiente para se mensurar vídeo – No Facebook a mensuração é via “views” (3 segundos de visualização), já o YouTube, utiliza o formato de “watch time” (30 segundos de visualização).

Existem mais de 1 bilhão de visualizações em vídeos por dia no Facebook e Mark Zuckerberg disse que nos próximos 5 anos “most of [the social network] will be video”. O volume de vídeos publicados por usuários e marcas no feed de notícias do Facebook cresceu 260% ano após ano, segundo o Facebook recently reported. Nos Estados Unidos o número de vídeos publicados por usuários aumentou em 94% durante o último ano. Além disso, 76% dos usuários americanos do Facebook disseram usar a rede social para descobrir vídeos.

A tendência do momento é assistir vídeos no Facebook. Os consumidores querem vídeos, e eles escolheram o Facebook para assistir e, mais importante, compartilhar. As marcas agora estão publicando diretamente no Facebook, em vez de compartilhar o vídeo publicado no YouTube. De acordo com o Socialbakers, as marcas publicaram mais vídeos no Facebook do que no YouTube em dezembro de 2014. Mas, por favor, não se apegue a plataforma e sempre olhe a tendência e onde seu consumidor está.

É interessante analisar que antigamente as marcas viam o YouTube como um repositório de seus vídeos, e atualmente elas estão criando conteúdo específico para o ambiente digital. As coisas mudaram, e essa é a parte que me intriga.

Os usuários começaram a assistir mais vídeos em várias plataformas sociais, surgiram vários números falando do crescimento e, então, as marcas decidiram investir no formato – algo racional a se fazer. Mas é necessário analisar que estamos falando com uma outra geração, então é muito mais do que o formato. Mas por que esse formato virou tão engajador? A resposta para essa pergunta está atrelada aos content creators, eles estão influenciado e acostumando os usuários a consumir conteúdo via vídeo.

Os fatores quero ser famoso e sou criativo, sem dúvida também impulsionam essa nova Era. Qualquer um pode virar uma celebridade por meio de um vídeo. Algum influenciador encontra seu vídeo e boom:

Novamente, vamos falar das Gerações:

  • Geração Z – Inspirados nos vídeos DIY (do-it-yourself ) do YouTube eles viraram empreendedores. Eles amam criar. Como o primeiro grupo a crescer com acesso 24/7 à informações, suas identidades são forjada pelo conteúdo que eles produzem e por meio de vários canais sociais.
  • Geração Y – O que torna esta geração verdadeiramente única é o uso da tecnologia. Quando perguntado o que os faz sentir “distintivo”, 24% dizem que é o uso da tecnologia, mais do que Gen X (12%) ou Boomers (17%). E quando perguntado se prefere manter seu olfato, laptop ou smartphone, quase metade das pessoas entre 23 a 30 anos escolheu o smartphone.

Os vídeos se tornaram algo valioso hoje, por causa dos creators. Não é apenas o formato, mas como esses usuários pegaram uma plataforma e tornaram-se donos dela. Bem vindo a Era de Influência, na qual criadores de conteúdo de 20 e poucos anos ganham $20.000 por um vídeo de 6 segundos no Vine.

De acordo com a OpenSlate, o fenômeno PewDiePie ganha estimadamente $ 5.4 milhões anuais  com anúncios de marcas em seu canal do YouTube que tem 26.7 milhões de assinantes. Pela primeira vez na história os consumidores entendem mais de marketing channel do que as marcas. As marcas estão investindo milhões de dólares para construir uma comunidade nas plataformas sociais como Facebook, Vine e YouTube e, ao mesmo tempo, temos essa Geração que nasceu na revolução digital entre 18 e 33 anos que cria e compartilha conteúdo como se fosse parte da natureza deles.

 

Os millennials (Gen Y) influenciadores possuem vantagens que as marcas não tem, por isso cada vez mais nós vemos parcerias entre influenciadores e marcas. Eles já possuem a comunidade e tem a confiança dos usuários. Esses influenciadores possuem autenticidade e criatividade em seu conteúdo e possuem mais efetividade ao compartilhar e iniciar uma conversa online, o que é de extremo valor para as marcas.  

Dá próxima vez que você ouvir que vídeo é o formato do momento, relembre quem fez isso acontecer. As marcas não escolhem o formato, os usuários é quem têm o poder. Ou seja, sempre entenda quem é o seu público, não faça escolhas baseadas apenas em “estão falando que vídeo engaja mais” – o buraco é mais embaixo. Uma das causas para isso tudo estar acontecendo é graças aos usuários criando seus conteúdos e fortalecendo um relacionamento com a sua audiência. Sem dúvida, marcas devem investir mais em vídeos, mas também é necessário olhar com mais carinho para esses influenciadores, eles são a verdadeira chave.

E para finalizar, quero compartilhar com vocês sobre Vidcon – um evento com foco na comunidade de criadores de vídeos. Esse ano contou com mais de 300 dos mais inovadores e influenciadores criadores de conteúdo do YouTube para discutir e conectar com mais de 20 mil participantes. Não estamos apenas assistindo, estamos participando. A comunicação está se aprimorando por meio dos vídeos. Bem vindo a Era da Influência… compartilhamento e criatividade, a Era dos vídeos.

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