Somos uma agência global que trabalha com projetos criativos e marcas inovadoras. Não acreditamos apenas em plataformas, mas acreditamos em pessoas e no poder do conhecimento social gerando valor a marcas e negócios. Chamamos esta ideia de pensamento social.

Acreditamos que conversas podem criar laços verdadeiros. Por isso, ajudamos as marcas a escutarem, entenderem e promoverem diálogos nos ambientes de social media.

Temos 11 sedes em 5 continentes e ajudamos marcas como:: Natura, Moët & Chandon, adidas, Kraft, HP.

Se quiser saber mais sobre a gente, ligue para +55 11 3032 7086 ou envie-nos um email.

“Não me leve a mal, hoje é Carnaval”

por Pamela Batista em Notícias

É Carnaval BRAZELLL!!

“car.na.val
sm (ital carnevale) 1 Folc Período de três dias de folia que precede a quarta-feira de cinzas, durante o qual, com o afrouxamento das normas morais, se dá o irromper de recalques, por meio de danças, cantos, trejeitos, indumentária diversa da habitual etc.”

É a festa mais popular do nosso país, tem quem ame e tem quem odeie, mas o importante mesmo é esse feriado MARAVILHOSO que  está quase chegando, mas já consideramos pacas.

Diferente do que estávamos acostumados, principalmente aqui em São Paulo, a folia mudou bastante nos últimos anos. Os blocos de rua cresceram de forma exponencial e estão se tornando uma marca registrada de SP, arrastando milhares de foliões!

O grande aliado da folia neste ano foi o Facebook, porque foi na plataforma que os blocos e escolas de samba encontraram uma forma efetiva de divulgar e atrair público para seus eventos, e tem para todos os gostos:

Screen Shot 2016-02-04 at 2.27.34 PM

Screen Shot 2016-02-04 at 2.29.44 PM

Screen Shot 2016-02-04 at 2.31.06 PM

Screen Shot 2016-02-04 at 2.32.24 PM

Pra quem ficou perdido e quer saber tudo pra montar “o roteiro da  folia”, tem eventos no Facebook com toda a programação dos blocos:

Screen Shot 2016-02-04 at 2.33.35 PMScreen Shot 2016-02-04 at 2.37.48 PM

Mas o que importa mesmo neste Carnaval  é a ZOEIRA!  A hora de  cantar todas aquelas músicas que você jamais ouviria, se vestir como jamais se vestiria, afinal é Carnaval e tudo pode. Já prepara a caixa de som e a coreografia , porque nestes  4 dias  o que você vai mais ouvir é:

Dica amiga: fica de olho na ressaca digital, pra não se arrepender das suas publicações. 😉 De resto se joga, seja feliz na escola de samba, no bloco de rua ou no bloco do Netflix e quarta-feira estaremos ai, vivos, se Deus quiser!

marcado: , , ,

We Are Social Mashup #218

por Carlos Unger em Notícias

Novas formas de “curtir” no Facebook

Sabe quando você gosta tanto de um conteúdo no Facebook que para e pensa “eu curtiria isso 50 vezes se fosse possível”? Você ainda não poderá curtir mais que uma vez, mas poderá escolher entre as opções: amo, haha, wow, triste e bravo.

reactions-like-facebook

A novidade chamada de “reação” foi divulgada em outubro de 2015, mas agora está mais próxima de se tornar realidade.

E os vídeos ao vivo caminham na mesma frequência

Outra novidade já anunciada pelo Facebook era o lançamento dos vídeos ao vivo, que até então era uma funcionalidade em fase de testes restrita à celebs e páginas verificadas. Na semana passada, a equipe anunciou que liberou o recurso para todos os usuários de iOS dos Estados Unidos. Agora, os desenvolvedores trabalham para liberar isso nos dispositivos Android e em um perímetro maior. As marcas já devem começar a pensar na forma como poderão trabalhar seus conteúdos nesse formato em breve.

Quais os interesses de quem está no Facebook?

O Facebook divulgou uma lista com mais de 280 mil temas que são publicados diariamente no canal. Esse resultado veio por meio de uma ferramenta que está sendo testada pela organização.

E tem mais gente no Facebook

Outra informação divulgada pelo canal foi o crescimento de usuários (e da receita) no seu Q4. O canal atingiu 1.59 bilhões de usuários ativos e $5.8 bilhões de faturamento. No Q3, o número de usuários era de 1.55 bilhões e a receita chegou a R$ 4.5 bilhões.

community-update-facebook

usuarios-ativos-facebook

Nova ferramenta do Facebook para otimizar alcance orgânico

O canal implementou uma ferramenta na hora de postagem que permite segmentar seu público por interesse. Isso fará com que o conteúdo seja direcionada para o público correto e assim se torne mais relevante.

fb-news-feed-targeting

Cresce o número de impressão de ads no Instagram

De agosto à dezembro de 2015 o número de impressão de ads no Instagram cresceu de 50 milhões para 670 milhões. A previsão é que esse número chegue a 1 milhão no Q1 desse ano.

Impressões de ads no instagram

E o Snapchat também quer que seus ads cresçam

Por isso, algumas marcas estão divulgando vídeos com mais de 10 segundos. Fox, Universal Pictures e Paramount Pictures são três marcas que fizeram ads convidando usuários para assistirem vídeos mais longos.

ads-snapchat

Adicione seus amigos pela URL do Snapchat

Na última atualização do app, os usuários encontraram uma nova forma de adicionar contatos: por meio de uma URL. Basta clicar em “Share Username” e criar sua URL personalizada. Isso também facilitará a forma como você compartilhará seu perfil na web com outras pessoas, já que não haverá a necessidade de printar o Snapcode.

snapchat-url-personalizada

Como as marcas com foco em adolescentes atuam no Instagram?

No segundo semestre de 2015, muitas marcas passaram a concentrar seus esforços no Instagram (com uma média de 10 posts por semana) e diminuíram o trabalho no Facebook (que atua com uma média de 7 posts/semana). O resultado disso têm mostrado uma relação positiva entre frequência e engajamento e isso faz sentido, pois 33% do público da Gen-Z tem um apreço maior pela rede de imagens. Uma matéria bem legal sobre isso foi divulgada no Digiday e você pode conferir aqui.

YouTube incentiva doações para ONG’s

De uma forma muito simples, o YouTube pretende contribuir para impulsionar a colaboração de pessoas com as ONG’s. Isso acontecerá por meio dos “Donation Cards”. Vloggers e qualquer pessoa que tenha um canal poderá inserir um card nos seus vídeos onde o usuário poderá clicar e fazer uma doação para organizações sem fins lucrativos. Por enquanto, o recurso está disponível apenas nos Estados Unidos.

Já imaginou jogar tênis via Twitter?

A Centauro já, e vai fazer isso. O jogador Marcelo Melo, patrocinado pela marca, estará em uma quadra com uma máquina que disparará bolas de acordo com as orientações dos usuários do Twitter. Tudo será transmitido via streaming. A ação acontecerá na próxima quinta-feira.

Projeto do Google levará internet por aí por meio de drones

Não é de hoje que o Google tem a intenção de expandir o acesso à internet para todos, mas parece que esse projeto está tomando forma. Chamado de SkyBender, a companhia pretende levar internet 5G por meio de drones para vários lugares. A empresa não se pronunciou em relação à isso, mas a notícia foi revelada pelo The Guardian.

marcado: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Você já viu uma rede social nichada com curadoria?

por Ana Luiza Vilela Marcondes em Notícias

Com o mundo girando em torno das redes sociais e tecnologia, é quase impossível ter uma marca e não pensar em criar um Facebook ou algum outro perfil social para ela. Sem isso, é como se a marca não existisse. Porém, as redes sociais vivem em um “sobe e desce” entre ganho e perda de relevância e, se não dançarem conforme a música e não se atualizarem, podem rapidamente cair na monotonia, ficarem caretas, desinteressantes e perderem usuários. Lembram do Orkut? Ele rapidamente foi substituído pelo Facebook e caiu no esquecimento dos usuários. Até o Google + está perdendo usuários, mesmo com a repaginada no layout que fizeram recentemente. O Facebook também não escapa desse destino e, considerando os cenários atuais, deve perder 80% dos usuários até 2017!!

Mas, afinal, para onde vão os usuários perdidos? Ao que tudo indica, para as redes sociais de nicho. Com o crescimento das lutas por direitos iguais, divergências políticas e de interesses em geral nas redes sociais mais abrangentes, a tendência é que as pessoas busquem cada vez mais ambientes de nicho, conforme o que acreditam, preferem ou gostam. Essa postura mais individualista, típica da sociedade atual, dá força ao ciberativismo, a movimentos e pensamentos sociais.

Para os anunciantes, essa tendência é uma ótima notícia. Tendo o seu público alvo definido, é fácil fazer com que o conteúdo anunciado seja relevante se ele satisfaz aos interesses dos usuários da rede social de nicho em questão, já que as chances de ele chamar atenção são maiores. Além disso, as trocas entre o anunciante e o seu público serão muito benéficas para a marca, que podem gerar insights a partir de uma relação mais profunda com um público seleto, que expressa o que pensa, deseja e espera.

Tendo um público específico, o desafio do anunciante em redes de nicho é que a quantidade de usuários nelas é menor do que em redes sociais mais “genéricas” como Facebook e Twitter. Para não perder ninguém, uma saída pode ser manter anúncios nos dois tipos de rede social, também podendo optar pelos grupos de Facebook.

A diversidade de redes nichadas é quase ilimitada, já que há nichos até do que nem sabemos que existe: FaceGlória para religiosos, Catmoji para catlovers, Skoob para quem gosta de livros, Weduary para organizar casamentos e por aí vai. Mas algo que provavelmente só será encontrado nas nossas terras tupiniquins são os grupos de WhatsApp pagos. Sim, pagos.

Os grupos são criados de acordo com interesses, como tipos de música, política, trânsito e humor e são pagos no valor de R$ 10 por mês e por grupo para o dono dos grupos, que não tem a sua identidade revelada. O dono, que é chamado de “Galego”, faz a curadoria dos conteúdos para cada grupo e ainda diminui o tamanho dos arquivos maiores (vídeos e imagens) para que todos consigam visualiza-los.

Mesmo sendo no “jeitinho brasileiro” e faturando cerca de R$ 15 mil por mês sem pagar impostos, o “Galego” oferece um serviço de curadoria de conteúdos que poderiam ser facilmente encontrados na internet pelos próprios participantes dos grupos. Isso nos revela uma tendência de comportamento do usuário digital brasileiro em redes de nicho e gera um questionamento sobre o surgimento de uma próxima grande tendência para as redes sociais de nicho, mostrando uma oportunidade para o WhatsApp se expandir e para o surgimento de novas redes sociais nichadas de curadoria.

 

marcado: , , , , , , ,

We Are Social Mashup #217

por Renata Torres em Notícias

Facebook lança o Sports Stadium
O Facebook acaba de lançar uma plataforma similar ao Twitter Moments, mas totalmente focada em esportes. Usando o Sports Stadium, os usuários poderão descobrir tudo o que está acontecendo com seu time do coração ou com o jogo que está rolando, com apenas uma pesquisa dentro do app. Eles terão um feed ao vivo sobre o jogo, poderão ver o que seus amigos estão dizendo, assim como estatísticas e comentários de especialistas. O foco do Sports Stadium agora é a NFL e está disponível apenas nos Estados Unidos, mas não existe dúvidas de que o produto será expandido em breve.

sportsstadium

#Treta no Twitter
Mais alguém aqui foi afetado pelas baleiadas do Twitter na outra semana? É claro que essas quedas trazem coisas boas, como obrigar as pessoas a conversarem por telefone ou pessoalmente, mas parece que o Twitter só saiu perdendo com a coisa toda – como, por exemplo, a queda de 14% no valor das ações do microblog. Seguida da saída de quatro executivos muito importantes do Twitter: Katie Stanton, head de mídia, Kevin Well, head de produto, Alex Roetter, head de engenharia e Jason Toff, o head do Vine, que estão, de acordo com Jack Dorsey, CEO do Twitter, “tirando férias bem merecidas”.

 

Novidades no código do Snapchat
Parece que desenvolvedores muito inteligentes encontraram novidades dentro do código do Snapchat, desde a última atualização feita no app. De acordo com os achados, existem indicações de que eles estejam preparando uma maneira de fazer ligações de áudio/vídeo e stickers, o que o tornaria um competidor direto de apps como Facebook Messenger e WhatsApp.

Propagandas em vídeo no Pinterest
O Pinterest anunciou sua intenção de fazer propagandas em vídeo dentro da plataforma, para se atualizar como o Twitter e o Facebook vem fazendo. A estratégia agora é fazer com que os usuários se acostumem a ver vídeos no Pinterest organicamente, para que o comportamento de compra se transforme, e monetizar o mesmo, promovendo conteúdos pelos quais a plataforma é mais conhecida – como penteados, receitas, DIY.

Comcast usa 19 influenciadores para promover novidades
Para promover a Xfinity X1, a Comcast pediu para 19 top Viners do momento fazerem curtas que mostrem o que eles mais gostaram no produto. A ideia é criar um número grande de diferentes conteúdos sobre a Xfinity X1, mas a Comcast teve que abrir mão do controle em relação ao conteúdo que foi criado, já que os influenciadores receberam o produto com alguma informação e puderam falar o que viesse na cabeça sobre o que mais gostaram.

A nova assistente pessoal
A Microsoft apresentou, há algum tempo, Cortana, a assistente virtual da marca. Na semana passada, em entrevista ao The Verge, o gerente de produtos da marca falou sobre uma atualização que será feita: com a permissão do usuário, Cortana conseguirá acessar os emails para lembrá-lo de todos os compromissos, reuniões e promessas feitas. Se o usuário escreveu em um email que “entrará em contato em uma semana”, Cortana irá notificá-lo sobre a ligação para que ele não esqueça. A função é permitiva e pode ser desativada, assim como os emails só passarão pelos servidores da Microsoft se o usuário aceitar os termos; a atualização ainda não está disponível para todo o público, mas deve se estender para os sistemas Android e iOS quando estiver.

Número de ads no Instagram aumenta
Assim como aconteceu com o Facebook em um certo momento, a empresa está procurando novas maneiras de gerar receita com o Instagram – e, nesse momento, a melhor maneira de fazer isso seria aumentando o número de ads que impacta os usuários diariamente, que é exatamente o que eles estão fazendo. Em agosto de 2015, ads na plataforma tinham em média 50 milhões de impressões; fast forward para apenas alguns meses depois, o número de impressões em dezembro de 2015 já era de 650 milhões, e ainda existe a possibilidade de que até março de 2016 esse número ultrapasse 1 bilhão de impressões. Outra informação interessante: a maioria dos ads feitos são em vídeo, que é um tipo de mídia que tem recebido destaque em mais de uma rede social. Não podemos deixar de mencionar, é claro, que visualizar tantos ads diária ou mensalmente pode fazer com que os usuários fiquem cansados e deixem de usar o aplicativo ou migrem para algum outro.

Spotify com vídeos
O Spotify começou a oferecer vídeos aos usuários que usam seu aplicativo nos sistemas Android e iOS, de acordo com o Wall Street Journal. Parece que o serviço foi testado por 10% dos usuários do app, antes de ser aplicado em grande escala, com pedaços de gravações; mas empresas parceiras, como o Tastemade, parecem estar planejando séries de conteúdos relacionados a música. De acordo com o vice-presidente deles, Shiva Rajaraman, o maior desafio deles será fazer com que o usuário olhe para o aplicativo, já que a maioria dá play na música e quase não interage ativamente com o app.

Usuários VIP não veem ads no Twitter
Você continua vendo ads no Twitter? Se a resposta for não, você faz parte de um grupo muito importante que o Twitter achou melhor “proteger” da frustração que pode ser remover ads do feed. A ideia é fazer com que os usuários fiquem mais felizes por não verem os ads e voltem (ou continuem) a engajar mais ainda com a plataforma; e existem muitos fatores que podem fazer com que um usuário entre na lista VIP, como fama, volume de tweets e potencial de alcance. No entanto, a manipulação de quem visualiza ou não os ads pode prejudicar as marcas que estão investindo na plataforma – daqui alguns meses saberemos com certeza qual o resultado dessa experiência.

marcado: , , , , , , , , , , , , , , , , ,

A internet das coisas

por Juliana Cimeno em Notícias

internet-of-things

Em 2010, no meu penúltimo ano de faculdade, eu participei do PIBIC – Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – com o projeto Twitter como ferramenta jornalística.

Veja bem: naquela época, o Twitter estava em um momento de transição (como, aliás, também está agora). Ele havia deixado de ser novidade e as pessoas começavam a migrar para o Facebook, abandonando suas contas à poeira e criando aquelas contas fantasmas que tanto me dão agonia. Eu e meu professor orientador começamos a notar que, as pessoas que ficaram “para trás”  e foram fiéis à rede tinham perfis semelhantes (estamos generalizando fortemente aqui) – elas gostavam de noticiar ou acompanhar notícias pela timeline (aqui também usamos o sentido amplo de notícia).

Na época, o “movimento” que vivíamos era chamado de Life Streaming. Estávamos em meio à internet 2.0 (embora muitos profissionais ainda estivessem a prevendo), na qual os conteúdos criados por pessoas e para pessoas se fortalecia. O que faz sentido, se pensarmos que o Facebook tem um caráter de proximidade dos perfis muito maior do que o Twitter, principalmente se pensarmos nas “fotos em família”, “check-ins coletivos”, “eventos” e etc.

Desde então (e notem que não se passou tanto tempo), o mercado social foi se entremeando entre todo o conteúdo criado. Quando me refiro ao “mercado social”, falo sobre a presença das marcas e a comunicação dos usuários com essas “personas” de forma facilitada.

E com os pezinhos nas águas das interwebs, as marcas deram o próximo passo lógico – a naturalização do ato de compra dentro do ambiente social. E não apenas isso, mas a comercialização da prática social integrada à “vida real”.

Um exemplo disso são os novos recursos do Pinterest para compra. Ao mesmo tempo em que você seleciona artes, expõe ideias e categoriza inspirações, você também faz um “window shopping” (e o shopping de verdade, também) – coisa que, se pensarmos bem, o Deviant Art faz desde sempre, mas com uma força focada no nicho dos artistas.

O nome desse movimento que nossa vida tomou, dentro da internet, é Internet das Coisas – mercado que, até 2017, tem previsão para ser maior do que a venda de computadores, celulares e tablets combinados.

O termo “home is where the smart is” é um grande exemplo desse movimento – aqueles produtos fantásticos que a gente sempre teve, mas que nunca usou de forma integrada, agora todos controlados pelo nosso celular (como as engenhocas de alimentar animais, health bands, termostatos, alarmes, portas de garagens e ferramentas de iluminação e som).

Apesar de ser algo “extremamente novo”, a Internet das Coisas já é considerada, pelos usuários, como uma necessidade, e não um desejo – experimente acompanhar um pai bravo ao descobrir que sua Smart TV não aceita Netflix.

Eu, pessoalmente, acho inútil traçar guidelines para que as marcas se adaptem a essa “tendência”. Afinal, adaptação é algo extremamente orgânico para quem realmente entende e vive social. Porém, vale prever o que vem a seguir.

Se atualmente a Internet das Coisas conecta devices e “vida real”, o que podemos adicionar à isso? Tudo.

As previsões são que o próximo passo da internet e do mercado social é conectar tudo e todos, a qualquer hora e lugar.

Mas como? O termo chave é “interligação de ecossistemas”. Ou seja – a compra, a conversa, o compartilhar, a experiência, o organizar, o ler, o assistir… Tudo conectado e relacionado.

Eu estou ansiosa. :)

 

marcado: , , , , , , ,