Olá. We are social. Somos uma agência que promove conversas.
E conversar não é novidade. Nem mesmo a idéia de que o mercado é feito de conversas. Mas conversar é um hábito universal. O que nos levou de Londres para Nova Iorque, Paris, Milão, Munique, Singapura, Sydney e São Paulo.
Acreditamos que conversas podem criar laços verdadeiros. Por isso, ajudamos as marcas a escutarem, entenderem e promoverem diálogos nos ambientes de social media.
Em alguns lugares já estamos ajudando marcas como: Natura, Moët & Chandon, adidas, Kraft, HP.
Se quiser saber mais sobre a gente, ligue para +55 11 2371 3544 ou envie-nos um email.
Vivemos em um período de (re)definições políticas em um Brasil dividido por crenças – não apenas religiosas – onde todo mundo busca uma identidade. Há de se compreender que esse “acontecimento” não é novo, uma vez que os brasileiros nunca tiveram uma identidade única – graças a sua história rica em diversidade. Com a internet explodindo em todos os lares e os smartphones cada vez mais presentes, essa desesperada tentativa da busca pelo “quem sou eu” se tornou, na internet, no “Olha eu aqui” e “Olha o que estou fazendo”, “Olha o que estou apoiando” que todos conhecemos.
Cada vez mais internautas gritam através de bytes não apenas manifestar as ações do dia, mas por causas que no fundo eles realmente talvez não se importem, apenas para registrar que estão cientes do que está acontecendo a sua volta.
Esse tipo de internauta já tem nome, e essa atividade de reclamar causas na internet apenas com “share”, “like” e comentários como “Que absurdo”, “porque o Governo não faz nada?” já tem nome – o Slacktivism. Este pode parecer um termo novo mas, na verdade, ele já vem sendo utilizada por estudiosos e socialistas. Slacktivism, na etimologia significa algo como “Ativismo preguiçoso”, muito conhecido também como “ativismo de Sofá” ou “sofativismo”, também definido pelo dicionário Oxford como: “ações realizadas através da Internet em prol de uma causa política ou social, mas considerado como requerendo pouco tempo ou envolvimento, por exemplo, assinar uma petição on-line ou participar de um grupo de campanha em um site de mídia social, com o mínimo de esforço”.
Se você é um slacktivista orgulhoso, saiba que esse é um termo depreciativo, do qual você não tem nada a se orgulhar, que geralmente define campanhas, normalmente nas redes sociais, com pouco ou sem nenhum resultado prático ou efeito duradouro, onde geralmente as mesmas pessoas que buscam uma identidade, participam para mostrar que estão por dentro do que acontece no mundo.
Se você compartilhou, em 2012, o famoso documentário criado pela organização Invisible Children, que se tornou viral no mundo – o Kone 2012 – saiba que possivelmente você foi ou é um slacktivista. Quer saber se sim ou não? Então responda: “Você foi pessoalmente até as autoridades brasileiras pedir um posicionamento formal em relação a Joseph Kony, guerrilheiro acusado de capturar milhares de crianças para se juntarem a suas forças armadas?” Se a resposta foi “sim”, parabéns você merece meu respeito, mas se a resposta foi não, para você, rir do “Porco-Aranha” nos Simpsons e compartilhar justiça no Facebook é a mesma coisa.
Seja você um Kone hater ou um Guarani-Kaiowá, em 2013 também houve uma grande corrente de pessoas compartilhando imagens de pessoas desaparecidas na internet, com a finalidade de elas serem encontradas. Claro que isso ajuda em algum grau, mas quantas dessas pessoas realmente estavam engajadas com essas causas a ponto de saírem nas ruas e procurar as pessoas desaparecidas? Mais recente, o caso do Deputado Marcos Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, responsável por um grande levante nas redes sociais. Mas no momento em que o protesto saiu do mundo virtual, apenas uma parcela ínfima dos reclamantes foram às ruas ou para Brasília reclamar formalmente da sua falta de representatividade. Nos dois casos, Kony e Feliciano, as reclamações só serviram para uma coisa, tornar os sujeitos famosos.
Na contrapartida do Slackativismo, a UNICEF sueca recentemente lançou uma ótima campanha criticando esse ativismo de sofá com “likes” de Facebook, pedindo que, quem realmente quiser ajudar a causa, que faça doações ou se junte DE VERDADE à organização. A campanha que se chama “Likes don’t save lives” (“Likes” não salvam vidas) ilustra bastante do que foi falado aqui. A campanha que tem um tom irônico lembra os 177 mil likes que o UNICEF possui no Facebook, mas que esses “likes”, apesar de ajudar a levar a questão adiante, não são o bastante para ajudar as milhares de crianças do mundo contra doenças como a poliomielite.
Outras campanhas da mesma série, com tom mais humorístico;
O novo Instagram
Na semana passada o Higor falou sobre as novas (e incríveis) atualizações do Instagram. Mas, de verdade, o que querem dizer essas novas mudanças? Alguém já ouviu os comentários de Doomsday sobre o Instagram estar ficando mais parecido com o Facebook, ou está todo mundo adorando as mudanças? E para as marcas que estão no Instagram, o que isso significa? Já digo, significa mais fãs. Imagina como seria legal se, em uma nova foto publicitária, a adidas marcasse seus muitos atletas patrocinados em suas fotos. Estamos esperando pra ver como vai ser.
Salvando criancinhas
“Curta nossa página no Facebook, e nós vacinaremos zero crianças contra a pólio”, diz uma imagem postada na página da Unicef essa semana. Além da imagem, a organização também fez vídeos indicando seu ponto de vista mais que direto: não importa quantos likes ou retweets as pessoas deem nas redes da Unicef, isso não dará dinheiro para que eles possam vacinar crianças ou dar comida às pessoas.
Campanha para crianças A nova campanha publicitária mais comentada atualmente foi feita na Espanha, para crianças. Ao contrário do que poderíamos imaginar, não é uma campanha relacionada a brinquedos, mas contra ao abuso infantil. O anúncio impresso foi feito especialmente para os olhos e altura, das crianças. A imagem que parece ‘normal’ para o adulto, é bem diferente para o baixinho que a vê.
Facebook estoura outro balão
Existe Livro dos Recordes para as coisas que acontecem nas redes sociais? Se existisse, o Facebook definitivamente ia ser dono da maioria dos prêmios. O anúncio dos novos números de usuários foi feito junto de seu relatório bimestral; e ~que números, hein. São 1,11 bilhão de usuários ativos mensalmente e 665 milhões diariamente, sem contar os usuários de mobile. Tá crescendo bem, esse menino.
#Nigelling
Se você não sabe quem é Nigella Lawson, por favor, vá se informar. A apresentadora, que é conhecida por comer delícias gastronômicas e não se importar com as calorias, esteve em São Paulo na semana passada… e fez um late night snack ali na Avenida Paulista. E foi ali que ela conheceu a coxinha. Foi amor a primeira vista e, tirada a foto, o #nigelling começou.
Zizao tá leeeendo!
A brincadeira foi criativa, mas, além disso, foi uma prova de que os comerciais afetam até as pessoas famosas. Quatro jogadores do Corinthians , incluindo o chinês Chen Zizao (que está aprendendo português), fizeram uma paródia daquele comercial da Caixa Econômica Federal.
Você é sua foto de perfil
Como é sua foto de perfil nas redes sociais? De acordo com o Gizmodo, existem 14 perfis diferentes de pessoas nas redes sociais, que são definidos pelas fotos que utilizam. Meu perfil é o autorretrato (8) e acho que esse, entre todos os perfis listados, é o mais comum entre as pessoas que utilizam as redes sociais. Qual o seu?
Facebook Bimestral
O Facebook fez o relatório bimestral de sua receita e, é claro, a rede continua crescendo e ganhando. Não houve uma diferença muito grande em relação ao primeiro bimestre de 2012, mas pouco a pouco a receita do Facebook vai aumentando, ainda que seu lucro seja um pouco menor que o esperado.
O maior crescimento de todos, no entanto, foi o de usuários. Ao todo são 1.11 bilhões de usuários ativos no mês, 751 milhões de usuários ativos em mobile e 665 milhões de usuários ativos diariamente. E os números continuam crescendo.
Vende-se
O Twitter, oficialmente avaliado em US$9 bilhões no começo do ano, alimentou a especulação de que vai começar a procurar ofertas públicas no começo de 2014 com Cynthia Gaylor, do banco de investimentos Morgan Stanley, como chefe de desenvolvimento corporativo. Analistas concordaram que essa é uma ação que deixa claro a intenção do Twitter em fazer uma oferta pública inicial (IPO), abrindo a empresa no mercado de ações.
Twitter Ads
Os Twitter Ads acabam de ser abertos para todos os usuários dos Estados Unidos. A partir de agora, qualquer usuário pode fazer um Ad a partir de um tweet seu (parecido com aquela ferramenta do Facebook que deixa você dar um “promover” um post, sabe?); e as marcas que já faziam Ads, continuam fazendo normalmente.
O caminho do Path
Não sei se a ideia do Path era ser a rede social dos descolados, mas a “rede social privada” atingiu dez milhões de usuários registrados semana passada. Os maiores crescimentos atuais acontecem nos países latinos e nas comunidades latinas dos Estados Unidos, mas será essa a estratégia deles para dominação mundial?
Vine com novidades
O Twitter já lançou uma nova atualização do Vine para o iOS. As novidades são: filmar com a câmera frontal e mencionar usuários em posts. A parte mais legal dessa atualização é que o usuário pode misturar filmagens das duas câmeras – a esperança é de que vídeos ainda mais criativos apareçam na rede. Vamos ficar de olho.
As marcas no Pinterest
Todo o trabalho que o Facebook e o Twitter fazem para que uma marca cresça nas redes sociais não é totalmente apoiado pelo Pinterest. A rede, ainda popular entre os usuários, se mostra um pouquinho menos popular quando falamos de marcas. O que isso significa, exatamente? Que os usuários pinam outros usuários que falam sobre a marca, mas não necessariamente repinam os posts feitos pela marca em sua página. Hora de arrumar isso, né?
Desafio no Pinterest
A Red Bull UK acaba de lançar mais um convite criativo para seus fãs: um desafio de quebra-cabeça no Pinterest, que faz parte do Projeto “Imaginate”. A marca está convidando os usuários a resolver os quebra-cabeças baseados nos vídeos do ciclista Danny MacAskill e suas incríveis habilidades.
Há algum tempo que usuários começaram a integrar o cotidiano dos transportes e da cidade as redes sociais. Foi o caso da página Onthesubway, criada pelas amigas Laura e Lisa no Tumblr onde eram publicadas respostas para a seguinte pergunta: o que as pessoas estão ouvindo no metrô?
Elas se arriscavam em perguntar, tirar uma foto e compartilhar. Quem nunca sentiu curiosidade em descobrir o que os outros estão escutando?
Ao longo do tempo, esse tipo de integração foi se aprimorando e se tornando moda no mundo, inclusive no Brasil. Em São Paulo, identificamos algumas páginas no Facebook que recebem informações e experiências de usuários do Metrô, estudantes e até mesmo quem está dirigindo por aí.
Mas que tipo de informações e experiências? Essas páginas compartilham, de forma anônima, mensagens recebidas via InBox do Facebook de pessoas que viram alguém interessante, como uma tentativa de dividir uma experiência de sentimento e quem sabe até de identificar a sua “paixão” perdida pela cidade.
Spotted: Expressão em inglês utilizada para chamar a atenção em manchetes como um “flagra” ou “visto”, poderíamos traduzir “Spotted: Metrô SP” como “Te vi no Metrô” ou “Spotted: Trânsito SP” como “Te vi no trânsito”.
A internet pode servir de ferramenta para muitos estudos, pesquisas e até para descobrir um amor. Mas será que isso tem sentido? Se pedem “Mais amor, por favor!”, acredito que seja uma boa tentativa. E você, pra qual lugar pediria uma página “Spotted”?
Chego de reunião e vejo o burburinho na agência com as novidades da atualização do Instagram. Ok, Vamos checar.
Não sei se todos sabem, mas o Instagram foi comprado pelo Facebook no ano passsado. E toda criança gosta de se parecer com o pai, não é mesmo?
Pois é, com o Instagram não foi diferente. Agora podemos marcar (ou tagear) as pessoas como o Facebook, seu pai, permite… Me perguntei, ok, mas isso já tinha, não!? Não! Até então os usuários conseguiam marcar seus amigos, através de menções de comentários, mas agora é possível marcá-los na própria foto.
A partir de agora, as imagens tageadas aparecem não só pra você, como também na timeline de todas aquelas pessoas que te seguem. A boa notícia é que, assim como no Facebook, você consegue ativar a funcionalidade de aprová-las antes que algumas daquelas fotos indesejadas apareçam para as pessoas que te seguem.
Outra mudança, não menos importante, foi a tipografia do logo
Não que o antigo estivesse ruim, mas gostei bastante também dessa versão mais arredondada. Dê uma olhada:
Vamos esperar pelas próximas novidades, afinal toda criança tem que crescer.
“Não dá pra acreditar em tudo que dizem”, e esse ditado inclui a internet também. Quantas hashtags não ocuparam os Trending Topics anunciando a morte de alguém e levaram os fãs a loucura? Justin Bieber, Jackie Chan, Carla Perez e muitos outros já foram mortos por alguns usuários.
E quando a vontade de ser o primeiro veículo a dar a notícia é maior do que a preocupação em confirmar a informação? Bem, aí temos alguns erros como o cometido pela Folha.com e UOL ao anunciarem a falsa morte do ex-senador Romeu Tuma, no dia 24 de setembro de 2010. Embora a nota tenha sido rapidamente tirada do ar porque a família e o hospital negaram o óbito, a credibilidade diminuiu perante os olhos do público.
Também existem casos em que o “errado dá certo”. Foi o que aconteceu com uma agência americana que “acreditou” em uma matéria publicada pelo Sensacionalista. A agência se inspirou na notícia de um ladrão que roubava outro ladrão, criou uma peça para Cine las Americas e foi premiada. Ponto para eles.
O que fica disso tudo? Que realmente não dá pra acreditar em tudo que dizem, principalmente na internet, já que o conteúdo aqui é feito por nós para nós.
Como alguns devem ter visto, nos últimos dias, circulou na Internet um vídeo de origem obscura, que mostra a decapitação de uma mulher com uma faca. Sim, apesar da baixa qualidade do vídeo e da ausência de closes, as imagens são fortes.
A principio, o Facebook apostou que o bom senso comum falaria mais alto do que a censura e decidiu não retirar o vídeo do ar. Com a pressão da opinião pública, a rede voltou atrás e prometeu a retirada do vídeo. A questão se divide em 2 aspectos: o controle de conteúdo postado em redes sociais e a divulgação de uma prática criminosa.
As redes sociais têm sérias regulamentações quanto às restrições de conteúdo que podem ser divulgados. Por exemplo, a foto abaixo foi censurada pelo Facebook apenas por parecer que aparecem os seios da mulher na banheira quando, na verdade, são seus cotovelos.
Por isso, a decisão de não censurar o vídeo expôs uma postura controversa do Facebook. Qual é o parâmetro que podemos esperar para o conteúdo produzido nas redes sociais a partir de agora? Em que momento a relevância da mensagem supera a polêmica do conteúdo?
A mensagem que nos é passada é que o bom senso deve prevalecer nas postagens e que notícias relevantes, mesmo que chocantes, devem ser divulgadas, seja por motivo de conscientização ou mobilização. E aonde está a linha que separa o bom-senso da ofensa gratuita? Ou a que separa a importância da mensagem do sensacionalismo?
De outro lado, temos a questão da divulgação de uma prática criminosa. Quando fotos de soldados americanos torturando prisioneiros de guerra vazaram, o mundo ficou chocado. Em meio às manifestações de repúdio e apoio na Internet, esqueceu-se do elemento humano.
É preciso refletir sobre cada postagem, olhar para os detalhes. Quem posta um vídeo como esse o faz com qual objetivo? Conscientização? Diversão? Ou polêmica pura?
O bom-senso necessário para a análise desses conteúdos requer uma reflexão básica sobre o que realmente é relevante e o que é apenas conteúdo imediatista em busca por atenção.
Um dos maiores desejos de toda marca é conhecer melhor seu consumidor e se possível, criar um relacionamento mais próximo. As redes sociais são perfeitas para isso. Por meio delas, as marcas conquistam humanização e falam diretamente com seu consumidor de forma amigável e de igual para igual.
O conteúdo é protagonista e fundamental para que essa proximidade ocorra. Porém, é preciso muito cuidado para que o conteúdo seja atraente e conquiste o usuário, ao invés de ser considerado inoportuno.
Atualmente muitas marcas estão entrando nos universos e conversas de seus fãs, incorporando o conteúdo gerado por eles em suas estratégias de comunicação, para possibilitar o aumento de afinidade e gerar maior engajamento.
Um dos modelos de conteúdos adotado para que a proximidade aconteça são os memes, que se usados de forma criativa e com um bom timing, podem ser muito positivos para as marcas.
Entre as marcas que souberam utilizar estes chamados “posts de oportunidade”, estão:
Nike PhotoiD + Instagram = Awesomeness
Sabe aquela sua foto do Instagram que você adora, coloridona, com um céu azul, folhas verdes e um sol bacanudo iluminando tudo, deixando alguns tons laranjas? Pois então, você pode comprar um Nike Air Max com essas cores. Essa é a simples e maravilhosa integração entre o Nike PhotoiD e o Instagram, lançado na semana passada. Já pode começar a pedir presente juntado de aniversário e Natal?
Guide tour via Twitter
A internet resolveu lançar coisas simples e bem legais essa semana, né? Essa agora é do Tate Modern: o museu britânico de arte moderna realizou um tour sobre Roy Lichtenstein com um dos guias do local, mas tudo via Twitter. Ao que parece, deram um aparelho mobile na mão do guia, que foi andando pelo museu, na seção do artista, postando fotos das obras e explicações históricas. Dá pra ver tudo lá no Twitter oficial do muse: @Tate [É só procurar pelos tweets do dia 25 de abril].
Room 4, 1962, the artist turned to 2 subjects that would make him famous: War & Romance, Whaam! ‘63 ow.ly/i/1XN7k#TateTour
Delivery de Pizza Hut via Xbox
Junte sua conta do Xbox Live à uma conta da Pizza Hut e voilá: você já pode pedir pizza em casa pelo videogame [EUA, por enquanto]. A notícia é basicamente essa. O conceito de não sair do sofá está sendo levado ao pé da letra, mas para quem se sentir acomodado ‘demais’, o pedido pode ser feito também utilizando os movimentos do Kinect no menu do aplicativo do videogame. O Mashable levantou uma questão interessante: existem outra maneiras de pedir uma pizza de forma online [deram como exemplo o aplicativo da Domino's], mas pensando na equação “jogar videogame + pizza”, essa é a que mais chega perto da perfeição [sempre "por enquanto", claro].
iPhone Camera
Estava na cara das pessoas. Quase que literalmente. Mas depois de algum tempo investindo suas campanhas em funcionalidades como internet, aplicativos, velocidade etc, a Apple deu uma atenção especial à característica imagética do iPhone: é a câmera mais usada do mundo, segundo a empresa. Uma realidade bem aproveitada em bela campanha da marca, como sempre.
Google e os governos mundiais
Uma das empresas mais questionadas em questões como “privacidade” apresentou seu Relatório de Transparência 2013. O documento do Google divulga três itens principais: o tráfego em histórico e tempo real nos serviços do Google no mundo inteiro, a quantidade de solicitações de remoção recebidas de proprietários de direitos autorais ou governos e a quantidade de solicitações de dados de usuários recebidas de órgãos governamentais e tribunais. E é aí que a porca torce o rabo: o Google expõe quais países fizeram as solicitações e sobre o que foram. E quantas vezes. Sobra pra todo mundo.
Shazam na TV
Não, essa não é a volta do Capitão Marvel à TV [uma pena]: um dos apps mais legais dos últimos tempos está expandindo seus horizontes [bem legal!]. O Shazam, criado para identificar uma música a partir de um trecho captado pelo app, tem incentivado os usuários a usarem-no também em programas de televisão, inclusive incluindo comerciais e anúncios nos intervalos. É o fenômeno de ‘second screen’ em um novo patamar, no qual os usuários não apenas acessam suas redes sociais enquanto assistem algo, mas utilizam um aplicativo para uma nova funcionalidade.
Facebook Pages
A quantidade de pessoas acessando páginas no Facebook por plataformas mobile só tem aumentado. O time de Mark Zuckerberg, sempre esperto nos movimentos da rede, divulgou novidades para o layout delas em dispositivos mobile. Resumindo o que vai mudar: para o público em geral o visual está mais clean e simples; as informações mais relevantes sobre a página ganham destaque na hierarquia de informações e os diferentes tipos de interação também recebem destaque de atividade. Para os administradores: melhoria de posicionamento de posts pinados e facilidade em mudar de admin para usuário comum no próprio app.
LinkedIn Contacts O LinkedIn anunciou uma nova ferramenta: Contacts. Como o próprio nome diz, é a maneira da rede gerar engajamento entre os usuários e seus contatos. A ideia é melhorar a interação que você tem, colocando diversas informações em um só lugar, como endereço, email, calendários e o que for importante saber sobre as pessoas que fazem parte do seu network. A ferramenta está disponível no site LinkedIn.com e como um novo app para iPhone, por enquanto para um número limitado de membros.
Tumblr Ads
Na semana passada, pela primeira vez em seis anos, o Tumblr colocou mobile ads na rede como posts que parecem publicações normais dos usuários. Até então, as pessoas só viam postagens em sua timeline de quem elas seguiam, mas desde a semana passada já é possível encontrar anúncios, como da GE, Warner Bros. e da rede ABC. Um porta-voz do Tumblr afirmou que isso deve migrar também para a visualização em desktops [sem data definida], e que os usuários só veem, por enquanto, até 4 anúncios por dia.
Budweiser Buddy Cup A Budweiser lançou sua campanha do Buddy Cup: um copo que, ao ser utilizando em um brinde, adiciona as pessoas no Facebook. O vídeo mostra como que o copo se conecta à rede, contando a história de que há muito tempo é assim que fazemos amigos: brindando com cerveja. Ponto para a Bud.
GabrieLouback: TIM vendendo internet rápida = - pai, vou tirar 10/ - vc repetiu de ano/ - eu sei, mas vou tirar 10/ - não tem prova mais/ -EU VOU TIRAR 10! 03/05/2013