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O modo como as pessoas mudam de conscientização para lealdade, através de consideração, intenção e compra mudou radicalmente; resumindo, tchau-tchau funil de compra. A jornada do consumidor se tornou ‘dinâmica’ e a Altimeter está investigando isso em uma de suas pesquisas. Aqui na We Are Social, nós temos a sorte de estar experimentando essa evolução de perto, no mundo inteiro, e nós podemos ver o enorme impacto que conversas e as mídias sociais estão tendo.
Múltiplas Fontes
Laptops, Smartphones, Tablets – aparelhos conectados de todas as maneiras agora são parte do dia-a-dia: poder se conectar de qualquer lugar e a qualquer momento significa uma contínua troca com as pessoas (e marcas) que nós gostamos. O conteúdo se tornou parte das conversas, a ponta do iceberg. Para se adaptar a essa era da conversação, o conteúdo precisa ser quebrado em pequenas partes, que caibam em pequenas micro-interações. Os múltiplos canais que as pessoas usam significam que você pode tirar vantagem das características específicas de aparelhos: por exemplo, redes sociais baseadas em locais (GPS), compartilhamento de imagens (câmeras de celulares e conectividade) ou aplicações de social TV (sincronização de tecnologias de TV).
Convergência
Como Shiv Singh diz, as mídias sociais estão se tornando cada vez mais como “ar”: parte de tudo que nós tocamos, vemos e interagimos. Enquanto as pessoas interagem com múltiplos canais, diferentes tipos de conteúdo, pessoas e marcas em diferentes partes do seu gráfico social, plataformas sociais como Facebook e Twitter entendem a importância de agregar várias conversas e sinais num único stream. Pense na integração do Facebook com plataformas externas (como Pinterest ou Foursquare) no news feed, ou o Twitter mostrando imagens e vídeos de plataformas externas na sua timeline. As pessoas escolhem usar plataformas sociais porque partes de seu gráfico social também estão usando a plataforma e também pela funcionalidade da mesma. Quando eles querem saber o que está acontecendo em seu gráfico social, é importante que tenham um (ou alguns) pontos de referência: e é por isso que as redes sociais quase sempre tentam agir como uma ‘dashboard’ social para a sua vida.
Confiança
Com mais de 500 milhões de pessoas ativas no Facebook todo dia, a quantidade de conteúdo, informação, interação e call to action que chega nas pessoas cresceu exponencialmente. Atenção se tornou o recurso mais escasso das pessoas: é muito importante compensar a tecnologia com o que importa para as pessoas, selecionando o que deveria estar em segundo plano. Mas enquanto a tecnologia ajuda nesse processo, o elemento real que decide para onde vai a escassa atenção das pessoas é a confiança. Com tantos aparelhos, plataformas, conexões e marcas convergindo numa experiência continua para o usuário, as pessoas priorizam apenas o que é relevante e de confiança para as suas interações. As marcas, portanto, precisam aprender a participar em conversas nas quais eles possam colocar valor, para ganhar a confiança e desenvolver um relacionamento.
Pesquisa das marcas
Para ganhar a confiança, é fundamental que marcas entendam suas audiências de um ponto de vista demográfico, psicográfico e, também, sociográfico. Não é mais suficiente para marcas saber apenas os perfis típicos das pessoas com quem elas estão interagindo: é crucial entender as pessoas e as dinâmicas de influência dentro de seus grupos. Para isso, ouvir as conversas dos grupos e saber como funciona a dinâmica do grupo são essencial na hora de gerar insights relevantes. E isso precisa ser feito no tempo real, para conseguir participar dessas conversas e construir relacionamentos: marcas precisam estruturar o que estão oferecendo e processos internos para seguir os passos das pessoas de modo dinâmico.
Conversas são a chave
Todas as mudanças relacionadas a essa nova jornada dinâmica do consumidor estão evoluindo a maneira que as marcas pensam sobre seus modelos de negócios. Elementos de conversação precisam se tornar parte de seus produtos e serviços: uma razão a ser considerada quando fazer uma compra (ou quando for falar sobre algum produto) é quão integrado ele precisa ser com os canais que as pessoas utilizam todo dia. Já que as mídias sociais estão tão dentro do dia-a-dia das pessoas, oferecer um serviço através desses canais pode ser um forte ponto de diferença.
A evolução através dessa jornada dinâmica do consumidor também redefine o modo como as pessoas pensam das marcas e produtos, colocando ênfase no papel da conversa. Empresas tem uma grande oportunidade de analisar e evoluir seus modelos gradualmente, permitindo que as conversas sejam visíveis, um diferencial e relevante elemento de sua oferta.

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