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Cadê a privacidade que estava aqui?
“Bang With Friends”, também conhecido como o aplicativo mais ~ polêmico~ dos últimos tempos, foi um dos assuntos da semana (mais uma vez). O motivo? Bom, digamos que agora é possível visualizar quais de seus amigos estão usando o serviço para encontrar uma amizade colorida.
Pois é. Uma falha fez com que a lista de amigos que usam o aplicativo apareça em uma página no próprio Facebook - o que vai radicalmente contra a principal promessa do aplicativo: “Seus amigos nunca saberão se você está interessado por alguém, a não ser que um deles também esteja”. A empresa responsável pelo desenvolvimento do aplicativo afirmou que a falha afetou apenas as pessoas que começaram a usar o recurso antes de janeiro, quando foram feitas mudanças para reforçar a privacidade, e que a maioria dos usuários não terá seus dados expostos – o que não ajuda aqueles que já tiveram sua privacidade comprometida.
Novos tempos, novas paisagens
Do desmatamento da Amazônia à expansão da costa de Dubai, é impossível imaginar o impacto que os últimos 28 anos tiveram na geografia do planeta. Corrigindo: era impossível. Com o mais recente lançamento do Google, o Lansat Annual Timelapse, é possivel ver o impacto ambiental deste quase 30 anos em segundos.
“Mas como?” – você deve estar se perguntando. Bom, você esqueceu de quem estamos falando? Para desenvolver as animações, o Google montou uma força tarefa com ninguém menos que NASA, Revista Time e a U.S Geological Society – o que possibilitou a navegação por 909 TERABYTES de dados, reunindo imagens de imagens de satélite em alta definição.
O wi-fi tá liberado!
Aviso: essa notícia pode trazer fortes emoções para aqueles que fazem parte do grupo que coleciona senhas de wi-fi paulistanas em seus telefones. Até outubro deste ano, os moradores de São Paulo terão wi-fi gratuito, disponibilizado em 120 pontos de acesso em praças públicas. Pelo menos, esse é plano da prefeitura. Ficamos no aguardo.
@mãããe, troca a minha fralda?
Um aplicativo que avisa quando a fralda do seu bebê precisa ser trocada…com um tweet! O inusitado aplicativo, lançado no Brasil pela Huggies, também permite que os pais mantenham um controle da quantidade de fraldas usadas – além de permitir a compra de mais fraldas para seu bebê.
“Já pensou se tivesse um aplicativo para isso?”
Se você faz parte do maravilhoso mundo da internet atual, a pergunta acima certamente já passou pela sua cabeça pelo menos uma vez. Mas, se você não domina o mundo da programação, provavelmente sua ideia acabou sendo arquivada no fundo do seu cérebro, junto com tantas outras ideias e pensamentos. Bom, boas notícias! O SkillShare, plataforma de educação online, está oferecendo o curso How to Program iPhone Apps in Three Weeks, desenvolvido para pessoas sem nenhuma experiência em programação. Fica a dica.
Atualizações na vida real.
Você acessa seu Facebook como sempre faz. Ao entrar, lá está ela: a notificação de atualização e convite para ~ fazer um tour~. Como seria se essas atualizações acontecessem na vida real? O video abaixo resume bem:
Sua audiência em 30 minutos
Meia hora. 30 minutos. 1800 segundos. De acordo com uma pesquisa lançada recentemente pelo SocialBakers, esse é o tempo necessário para que um post no Facebook alcance metade da sua audiência total. O estudo, que usou uma amostragem de 1.000 posts em sua análise, também revelou que 80% da audiencia total de um post é alcançada 3 horas após a postagem. Veja o que acontece com o alcance de sua publicação, minuto-a-minuto, no gráfico abaixo:
6 minutos x 6 horas
Essa é a ~pequena~ diferença de tempo gasto no Google+ e no Facebook. Embora a rede social do Google esteja alcançando o Facebook em muitos aspectos, ela ainda deixa a desejar em uma das métricas mais vitais para qualquer plataforma: tempo gasto pelos usuários.
O fato foi revelado em uma pesquisa realizada pela Nielsen, cedida recentemente ao Mashable. Segundo o estudo, o tempo médio gasto por usuários no Google+ é de 6 minutos e 47 segundos. Já no Facebook, a média é de 6 horas e 44 minutos.
Mas nem tudo é o que parece. Por mais que a diferença entre os tempos médios seja considerável, ela representa uma queda para o Facebook e um crescimento para o Google+. É verdade. Em março de 2012, a média de tempo passado no Facebook por usuário era de 7 horas e 9 minutos. No Google+, a média de tempo por usuário em Fevereiro de 2012 era de 3,3 minutos.
A pesquisa também revelou que os aplicativos do Google+ para Android e iPhone tiveram cerca de 20 milhões de usuários únicos nos Estados Unidos – o que representa um aumento de 238% desde março de 2012. Já em sua versão desktop, a rede alcançou 28 milhões de usuários únicos, um aumento de 63% em relação ao ano passado.
5 Vines por segundo
Segundo uma pesquisa realizada em comemoração ao aniversário de 100 dias do Vine (a rede que está rapidamente se transformando em queridinha do público), essa é a frequência com a qual os conteúdos postados são compartilhados. A pesquisa também mostrou que Vines de marcas são compartilhados 4x mais que videos de marca.
À venda no seu newsfeed
Visualizar uma coleção, comprar seus itens favoritos, tudo no mesmo post. Sim, é possível. O sonho de muitos varejistas de moda presentes no Facebook foi transformado em realidade pela Littlewoods, marca britânica, através do sistema SeeitShopit. Com ele, a marca vai poder disponibilizar suas mais recentes coleções em seu newsfeed, em um único post. Os fãs poderão visualizar a coleção completa, compartilhar seus modelos favoritos e comprar itens da coleção Myleene Klass, de moda praia.

American Arilines + Klout = Você no Admiral’s Club
Você está com uma viagem marcada e tem um score no Klout superior a 55? Então aí vai uma ótima notícia: você pode esperar seu voo com todo o conforto do Admiral’s Club, lounge VIP da American Airlines. Entre as vantagens do on day pass gratuito, disponível em 40 aeroportos, estão wi-fi e cerveja gratuitos.
Embora essa não seja uma obrigatoriedade da oferta, a companhia torce para que influenciadores postem um tweet em agradecimento ao mimo. Nada mais justo.
Mais Vistos
Uma das novidades das últimas semanas é o canal que o Itaú criou no YouTube. Chamado de ‘Mais Vistos’, ele tem como objetivo mostrar os vídeos mais vistos da rede em uma espécie de top 10. Mas a coisa não para por aí, você ainda pode mudar as opções e visualizar, por exemplo, os vídeos mais populares do mês no México. É legal ou não é? (Ah, e seguindo o trend, o vídeo mais visualizado, hoje, é o “Homer Shake”, versão dos Simpsons para o famoso Harlem Shake.)
A Máquina Separadora de Oreo
São poucas as pessoas no mundo que comem o biscoito e o recheio quando vão comer uma Oreo. A maioria das pessoas ou come o biscoito, ou come o recheio. Pensando nisso, a Oreo resolveu criar ‘máquinas separadoras, uma maneira totalmente diferente, e super divertida, de separar o biscoito do recheio e comer o que você mais gosta. Mas nada é tão simples; no vídeo abaixo, você vê a Máquina #1, que foi criada por um físico.
Marketing vai dobrar os gastos em social media
Nos próximos cinco anos, o marketing das agências vai mais que dobrar a porcentagem de seu budget gasto com social media, de acordo com 500 empresas pesquisadas. Atualmente, social media ocupa 8,4% desse total; mas isso deve aumentar em 11,5% em 2013 e chegar a 21,6% nos próximos cinco anos. Empresas de bens de consumo serão os líderes desse aumento, indo de 9,6% para 24,6% nesse período.
Como ganhar seguidores no Twitter?
O Instituto de Tecnologia da Georgia deu seu palpite de como ganhar mais seguidores no Twitter, analisando uma seleção de 500.000 tweets baseados em um número de fatores que incluíam sentimento, engajamento e legibilidade. Eles concluíram que os usuários que postam tweets mais curtos e animados, e que engajaram com seus seguidores usando RTs e menções, apresentam um número maior no crescimento de seguidores. Outra prática eficaz é retuitar notícias interessantes; os usuários que fizeram isso ganharam mais seguidores do que aqueles que só falaram de si mesmos.
Conserto dos Insights do Facebook vai afetar alcance
Depois dos consertos no Facebook que afetaram o alcance que foram reportados na semana passada, testes feitos pelo Edgerank Checker em 1.000 páginas mostraram um aumento de mais de 30% em diferentes tipos de alcance do Facebook:
Vale a pena ler a notícia na íntegra, para ver uma análise mais detalhada, que inclui uma lista dos efeitos de acordo com o tamanho das páginas.
Facebook compra Atlas da Microsoft
Enfim, o resultado de um assunto que foi muito debatido: o Facebook anunciou a aquisição do Atlas, plataforma de ads da Microsoft por, imagina-se, menos de US$100 milhões, baseados nas propostas de US$ 30 e US$50 milhões recebidas antes. De acordo com o Facebook, a intenção não é construir uma plataforma de ads externa com os dados de sua rede social, mas melhorar as ferramentas de medidas de dados, mencionando que o Atlas pode ser uma nova ferramenta para melhorar as medidas de impressões de ads. A Adweek fez uma entrevista com o diretor de marketing de produto do Facebook, Brian Boland e com Dave O’Hara, CFO da divisão de serviços online, na qual eles discutiram seus planos de construir um relacionamento forte entre as duas companhias. Boland disse:
Quando nós vemos a Atlas, é uma grande aquisição da qual nós adquirimos a tecnologia, as pessoas, a expertise e os relacionamentos com os clientes. E esse é um grande acelerador em nossas aspirações relacionadas a medidas.
Facebook trabalha no redesign do News Feed
Semana passada foi anunciado que o Facebook enviou um convite para a imprensa ‘vir ver um novo look para o News Feed’. O evento vai acontecer no QG de Menlo Park, na Califórnia, nessa quinta-feira, dia 7 de março às 10h PST (às 15h, para os relógios brasileiros). Na lista de mudanças esperadas, a Business Insider diz ter uma fonte perto de Chris Cox, VP de produtos do Facebook e a pessoa em quem Zuck confia com o produto. De acordo com essa fonte, apuraram duas diferenças importantes: (1) o News Feed vai saber mais informações sobre você e usar isso para afunilar o conteúdo que você recebe baseado no que você curte, vê e até coisas que você compra. (2) O News Feed vai pegar informações de fontes maiores, para integrar mais ferramentas de compartilhamento do Facebook direto de sites de empresas, para que eles trabalhem um pouco como páginas. E ainda existem rumores de que o News Feed ganhará um design novo, e super radical, para os aplicativos mobile do Facebook, com um estilo mais texto-sobre-imagem-gigante (que eu espero que seja só um rumor, porque eu gosto muito de como o app do Facebook está agora). E aqui tem uma imagem de como acham que o app do Facebook pode ficar (prfvr não, prfvr não!):
Facebook testa novas ações usando os Open Graph apps
O Facebook está testando novas ações para os Open Graph apps, incluindo ‘avaliação’ e ‘citação’ para livros, assim como ‘quero ler’ ou ‘quero assistir’. O exemplo abaixo é do app Goodreads, que já está usando o sistema de avaliação; vale lembrar que, até agora, o Facebook não fez nenhum pronunciamento sobre isso.
Um presente por uma boa notícia
De uns tempos para cá, o Facebook vem sugerindo que os usuários deem presentes para seus amigos em ocasiões como aniversários e noivados. Mas agora eles decidiram adicionar o botão de ‘Dar um Presente’ em qualquer boa notícia que for postada (é festa!). A parte interessante: parece que, em vez de seguir eventos específicos, o ‘Dar um Presente’ segue uma codificação de linguagem natural na hora de fazer sugestões sobre presentes.
Instagram e seus 100 milhões de usuários ativos
O Instagram anunciou que agora tem 100 milhões de usuários ativos mensais, em aumento dos 90 milhões do mês passado. Esse fato mostra uma rapidez de crescimento impressionante: o Facebook demorou quatro anos e meio para chegar nesse nível. De acordo com a AppData, o Instagram agora é o 3o app mais baixado para Android e o 17o app para iOS.
Google+ lança ‘Sign In’ e entra no e-commerce
O Google lançou sua tentativa de rivalizar com o ‘Connect’ do Facebook, com seu próprio ‘Sign In’, com uma lista impressionante de parceiros que incluem Banjo, Fancy, Fitbit, OpenTable e Shazam. O vídeo abaixo explica tudo sobre o ‘Sign In’, assim como alguns de seus elementos-chave, incluindo a importância da privacidade, controle de over sharing e integração mobile. De muitas maneiras, ele se espelha e tenta melhorar o conceito de compartilhamento das ações do Open Graph.
Cada parceiro pode escolher como usar o ‘Sign In’, e como exemplo eles usam o Shazam, que você pode ver aqui na íntegra:
4sq lança parceria com Mastercard e Visa
Numa tentativa de monetizar mais o app, o Foursquare fez uma parceria com as gigantes dos cartões Mastercard e Visa para dar descontos. A parceria surgiu de um sucesso anterior com a American Express: a rede lançou novos acordos para as três companhias de cartão, oferecendo o desconto de US$1 a cada US$10 gastos com um check-in no Burger King.
Vimeo Instagrama
O Vimeo acaba de expandir suas vantagens aos cineastas ao oferecer filtros, conhecidos como ‘looks’, em uma parceria com a GenArts e uso de seu app ‘Vivoom’. Cada filtro, ou ‘look’, aplica um efeito diferente ao conteúdo do vídeo, oferecendo um método prático para alterar aparência do filme.

Essa é a primeira parceria externa do Vimeo e será grátis para os usuários por 90 dias. A estrutura de preços, no entanto, ainda não foi definida (mas vamos torcer pra ser baratinha!).
Pheed é o app #1 para iOS
Semana passada, o Pheed tomou o lugar dos apps do Facebook e do Twitter como o app para iOS mais ~top. A rede, que permite compartilhamento de vários tipos de conteúdo, como texto, imagens, vídeo e áudio ou vídeo ao vivo, deve sua expansão positiva a adolescentes conhecidos no Twitter e no Instagram. Ele também tem outras características interessantes, como colocar marca d’água em imagens, ou colocar certos tipos de conteúdo atrás de uma paywall. Com um crescimento tão impressionante, o Pheed é uma nova rede em que devemos ficar de olho nos próximos meses.
O modo como as pessoas mudam de conscientização para lealdade, através de consideração, intenção e compra mudou radicalmente; resumindo, tchau-tchau funil de compra. A jornada do consumidor se tornou ‘dinâmica’ e a Altimeter está investigando isso em uma de suas pesquisas. Aqui na We Are Social, nós temos a sorte de estar experimentando essa evolução de perto, no mundo inteiro, e nós podemos ver o enorme impacto que conversas e as mídias sociais estão tendo.
Múltiplas Fontes
Laptops, Smartphones, Tablets – aparelhos conectados de todas as maneiras agora são parte do dia-a-dia: poder se conectar de qualquer lugar e a qualquer momento significa uma contínua troca com as pessoas (e marcas) que nós gostamos. O conteúdo se tornou parte das conversas, a ponta do iceberg. Para se adaptar a essa era da conversação, o conteúdo precisa ser quebrado em pequenas partes, que caibam em pequenas micro-interações. Os múltiplos canais que as pessoas usam significam que você pode tirar vantagem das características específicas de aparelhos: por exemplo, redes sociais baseadas em locais (GPS), compartilhamento de imagens (câmeras de celulares e conectividade) ou aplicações de social TV (sincronização de tecnologias de TV).
Convergência
Como Shiv Singh diz, as mídias sociais estão se tornando cada vez mais como “ar”: parte de tudo que nós tocamos, vemos e interagimos. Enquanto as pessoas interagem com múltiplos canais, diferentes tipos de conteúdo, pessoas e marcas em diferentes partes do seu gráfico social, plataformas sociais como Facebook e Twitter entendem a importância de agregar várias conversas e sinais num único stream. Pense na integração do Facebook com plataformas externas (como Pinterest ou Foursquare) no news feed, ou o Twitter mostrando imagens e vídeos de plataformas externas na sua timeline. As pessoas escolhem usar plataformas sociais porque partes de seu gráfico social também estão usando a plataforma e também pela funcionalidade da mesma. Quando eles querem saber o que está acontecendo em seu gráfico social, é importante que tenham um (ou alguns) pontos de referência: e é por isso que as redes sociais quase sempre tentam agir como uma ‘dashboard’ social para a sua vida.
Confiança
Com mais de 500 milhões de pessoas ativas no Facebook todo dia, a quantidade de conteúdo, informação, interação e call to action que chega nas pessoas cresceu exponencialmente. Atenção se tornou o recurso mais escasso das pessoas: é muito importante compensar a tecnologia com o que importa para as pessoas, selecionando o que deveria estar em segundo plano. Mas enquanto a tecnologia ajuda nesse processo, o elemento real que decide para onde vai a escassa atenção das pessoas é a confiança. Com tantos aparelhos, plataformas, conexões e marcas convergindo numa experiência continua para o usuário, as pessoas priorizam apenas o que é relevante e de confiança para as suas interações. As marcas, portanto, precisam aprender a participar em conversas nas quais eles possam colocar valor, para ganhar a confiança e desenvolver um relacionamento.
Pesquisa das marcas
Para ganhar a confiança, é fundamental que marcas entendam suas audiências de um ponto de vista demográfico, psicográfico e, também, sociográfico. Não é mais suficiente para marcas saber apenas os perfis típicos das pessoas com quem elas estão interagindo: é crucial entender as pessoas e as dinâmicas de influência dentro de seus grupos. Para isso, ouvir as conversas dos grupos e saber como funciona a dinâmica do grupo são essencial na hora de gerar insights relevantes. E isso precisa ser feito no tempo real, para conseguir participar dessas conversas e construir relacionamentos: marcas precisam estruturar o que estão oferecendo e processos internos para seguir os passos das pessoas de modo dinâmico.
Conversas são a chave
Todas as mudanças relacionadas a essa nova jornada dinâmica do consumidor estão evoluindo a maneira que as marcas pensam sobre seus modelos de negócios. Elementos de conversação precisam se tornar parte de seus produtos e serviços: uma razão a ser considerada quando fazer uma compra (ou quando for falar sobre algum produto) é quão integrado ele precisa ser com os canais que as pessoas utilizam todo dia. Já que as mídias sociais estão tão dentro do dia-a-dia das pessoas, oferecer um serviço através desses canais pode ser um forte ponto de diferença.
A evolução através dessa jornada dinâmica do consumidor também redefine o modo como as pessoas pensam das marcas e produtos, colocando ênfase no papel da conversa. Empresas tem uma grande oportunidade de analisar e evoluir seus modelos gradualmente, permitindo que as conversas sejam visíveis, um diferencial e relevante elemento de sua oferta.













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